Vantagem competitiva na carreira e nos negócios

A competitividade no mundo contemporâneo demanda por resultados rápidos e mensuráveis. Mas mais do que resultados, há uma pressão contínua para grandes resultados (quando nao, extraordinários). Como obter esses grandes resultados?

A melhor maneira de garantir um resultado diferente perante à concorrência é obter vantagem competitiva. Esse termo é muito utilizado na gestão de negócios. E uma das maneiras de estar em vantagem perante à concorrência, é obter de recursos que a mesma não possui, sejam eles recursos de materiais, humanos, financeiro ou até mesmo estar geograficamente melhor localizado do que eles. E esse termo “vantagem competitiva” pode ser empregado ao que se refere ao desenvolvimento de carreira também? A resposta é que sim, mas apenas mudam-se as estratégias.

Para obter vantagem competitiva no mercado de trabalho, é preciso estar mais bem preparado para as oportunidades na hora que elas aparecerem. Não basta apenas ter certificados dos melhores cursos, mas saber colocá-los em prática. Ter fluência em mais de dois idiomas, compreender metodologias ágeis e saber gerir equipes multiculturais são algumas das características que dão destaque ao profissional que a possui.

Bons hábitos geram boas habilidades

O mercado de trabalho nos demanda boas habilidades profissionais, e também boas habilidades interpessoais. Mas a própria palavra “habilidade” já sugere destreza, domínio sobre tal coisa, então o que é preciso fazer para ser bom em várias dessas coisas ao mesmo tempo? Apesar de não existir uma resposta única para isso, podemos iniciar esse processo com uma coisa: bons hábitos.

Conforme uma pesquisa da Universidade Duke, dos Estados Unidos 40% das ações do nosso dia a dia, são feitas de maneiras inconsciente, ou seja, o cérebro decorou o padrão daquelas atividades e o fazem da mesma maneira, diariamente, sem precisarmos raciocinar para isso. Podemos dizer que essas ações são hábitos aplicados à nossa rotina. Mas consciente, de que nem todos são tão bons e construtivos assim.

Algumas habilidades profissionais e pessoais, não demandam aprendizado constante, basta utilizá-las constamente para que se tornem hábitos, a a tarefa seja apenas aperfeiçoá-las, quando necessário. Logo, podemos compreender também, que bons hábitos contribuirão para boas habilidades.

Bons hábitos também, pouparão a sua mente de raciocinar constantemente ao fazer aquela atividade, deixando assim ela livre para dedicar-se ao aperfeiçoamento de determinada atividade profissional, até você obter habilidade em lidar com a atividade.

Pequenos hábitos, grandes resultados

“Uma caminhada de mil milhas, começa com um único passo”, assim é o conceito proferido um provérbio chinês. E isso pode ser aplicado em todas as áreas de nossa vida (profissional, espiritual, emocional, etc).

Somos cobrados constantemente por bons resultados nos negócios, na carreira, na vida pessoal, na saúde e em todas as áreas da nossa vida. Logo, para obter esse resultado é necessário que tenhamos bons hábitos desenvolvidos em cada uma das áreas. E para isso, lembre-se: comece com um só passo, ou seja, nada de mudanças extraordinárias de hábitos, de repente e com um alto nível de cobrança.

Para atingir um grande resultado através de um novo novo hábito, é preciso entender qual o nível de prática que se exige desse novo hábito, para assim poder fragmentá-lo em pequenas ações. Essas pequenas ações, somadas, irão determinar a prática, e a prática leva à maestria.

Mais do obter um grande resultado, melhor coisa é poder mantê-lo ou superá-lo cada vez mais, e para isso é importante a prática da paciência para se chegar à maestria.

Síndrome de Burnout: um mal silencioso

Muitas tarefas, muitas metas pessoais e profissionais, muitos lugares pra ir, muitos sonhos pra realizar… Seja algo da rotina ou qualquer outra coisa boa, quando começam a surgir os excessos, surge também o esgotamento. E é com isso que a Síndrome de Burnout está relacionada.

Reconhecida pelo psicólogo alemão-americano Herbert Freudenberger, na década de 1970, essa síndrome se refere ao esgotamento mental, que começa a sobrecarregar o físico também, e pode gerar graves consequências.

Os principais sintomas são: Cansaço excessivo, físico e mental; dor de cabeça frequente; alterações no apetite; insônia; dificuldades de concentração; sentimentos de fracasso e insegurança; negatividade constante; sentimentos de derrota e desesperança; sentimentos de incompetência; alterações repentinas de humor; isolamento; fadiga; pressão alta; dores musculares; problemas gastrointestinais e alteração nos batimentos cardíacos.

A melhor maneira de lutar contra a Síndrome de Burnout, após o diagnóstico e identificar a causa, é implantar hábitos diferentes no dia a dia, que possam trazer mais satisfação.

.É importantíssimo procurar um especialista, para que ele identifique se é Burnout, depressão ou outra doença psicossomática.

O profissional Growth Hacking

Com a necessidade de inovação constante dos tempos atuais, pensar estrategicamente e diferente tornaram-se características essenciais para qualquer profissional no mercado de trabalho. E Sean Ellis criou um termo que pode melhorar muito a forma de pensar do profissional: o Growth Hacking.

É comum esse termo ser associado à um cargo ou algo assim da área de marketing, ou programação, etc. Mas fato é que Growth Hacking se refere ao ato de encontrar brechas (hack) e obter crescimento (growth) através dessa oportunidade.

Essa forma de pensar, é extremamente necessária na resolução de problemas. E embora isso pareça remeter somente à áreas de marketing, projetos, tecnologia da informação ou algo assim, na verdade recomenda-se que todo profissional busque formas de pensar como essa, ou semelhantes, para que possam promover o crescimento da empresa, ou se for o caso, do próprio negócio também.

Ser um growth hacker é aspirar por crescimento e saber entender as brechas que surgem, ou seja, buscar soluções fora do trilho (cotidiano) comum.

Saúde Mental no trabalho

Até o século passado, a força humana era algo fundamental para o mercado de trabalho. Embora sempre tenha existido funções administrativas e gerenciais, a mão de obra mais braçal, e principalmente o uso de força, era um item consideravelmente útil nas linhas de produções e/ou outras formas de produzir. Mas hoje, a demanda tem sido maior em outro quesito: a saúde mental. Mais do que saber exercer um bom trabalho manual, é preciso que o colaborador esteja com uma boa saúde mental, para continuar progredindo no ambiente de trabalho.

Vale lembrar, que não estamos falando de quem já possui uma patologia diagnosticada pela medicina. Falamos aqui sobre uma pessoa que está em boas condições mentais, mas após um certo nível de estresse no ambiente corporativo (ou quaisquer um dos outros círculos sociais dela), acaba perdendo suas boas condições e desenvolvendo outras patologias como depressão, ansiedade, Transtorno Obsessivo Compulsivo, etc.

É preciso cuidar da saúde mental, assim como cuidamos da saúde física. Isso inclui psicoterapias e atividades terapêuticas (yoga, artes manuais, artes marciais, etc). Uma boa rotina de exercícios físicos também é uma ótima fonte de cura para o estresse do dia a dia.

Dicas para desenvolver novas habilidades

O mundo corporativo atual demanda um leque de habilidades bem maior do que algumas décadas atrás. Além disso, boa coisa é se essas habilidades não sejam apenas conhecimento sobre o tema, mas sim facilidade e domínio sobre tal (ou seja, habilidade bem desenvolvida mesmo).

Mas como obter e desenvolver novas habilidades, para não ficar na mesmice e ter um bom desenvolvimento na carreira também? Bom, uma dica inicial é: experimente coisas novas, trajetos novos, uma linguagens novas, ou qualquer outra coisa que te faça sair da zona de conforto.

Algo essencial para se aprender sobre esse assunto também é: não queira desenvolver muitas coisas novas ao mesmo tempo. Isso pode cansar o cérebro, e fazer com que ele não tenha um rendimento apropriado. O que pode causar frustração, além de perda de tempo.

É preciso dar tempo e espaço, para que a nossa mente e nosso corpo possa entender aquela nova atividade, e consequentemente desenvolver uma boa habilidade sobre aquilo. Pois tendo um bom desenvolvimento, isso não será apenas algo a mais que sabemos fazer, mas poderá contribuir para a nossa vida profissional e até mesmo pessoal.

Clareza na Designação de Tarefas

Para que a equipe tenha bons resultados de produtividade é preciso que o trabalho em time seja realizado de maneira eficiente, ordenada e, preferencialmente, com motivações boas e constantes. Mas há um item que se faz extremamente necessário para que esse trabalho de time flua de acordo com os prazos, de maneira harmoniosa: a clareza nas divisões de tarefas e/ou atividades de cada etapa do projeto.

A divisão de tarefas, normalmente cabe ao líder da equipe. Por isso, é muito importante que habilidade de comunicação seja uma de suas principais habilidades, pois é preciso ter clareza nas informações. Como o cliente solicitou o projeto? Quais os pontos fortes de cada um da equipe, para que possa ser aproveitado o projeto? Cada colaborador entendeu corretamente o que é para fazer e o que o cliente solicitou?

A falta de clareza nas informações pode levar projetos e negócios ao fracasso. Pois corre-se o risco dos projetos tomarem outras direções, diferentes das propostas pelo cliente. Por isso é preciso estar bem atento e fazer monitoramento no decorrer dos projetos.

O bem estar da equipe

Motivação é um item essencial para uma equipe bem produtiva, mas além de preocupar-se em manter uma equipe motivada, é preciso atentar-se à um item antecessor à motivação: o bem estar. Como anda a saúde dos seus colaboradores? Como está o relacionamento entre eles? Qual o nível de tensão no ambiente de trabalho? Qual o grau de satisfação com a liderança? Essas e outras questões, podem servir de indicadores para medir o bem estar da equipe.

Quando falamos do bem estar nas equipes, não nos referimos somente a questões de saúde física, mas também tudo que pode estar o bem estar mental de todos, assim como outras questões mais relacionadas ao trabalho como a disponibilidade de um bom ambiente físico para cumprir suas atividades e clareza na designação de tarefas. Ou seja, tanto questões subjetivas quanto as mais objetivas, podem influenciar o bom trabalho em equipe.

Analisar o indicadores que dão o índice do bem estar das equipes pode ser uma tarefa dos líderes e também do setor de recursos humanos da empresa. É bom que o setor de RH da empresa também esteja atento à isso, pois poderá observar também se possíveis oscilações no bem estar das equipes, provém de falhas na liderança.

O reconhecimento gera engajamento

Empresas de grande porte costumam investir em treinamento de recursos humanos para obter engajamento dos colaboradores, assim como em comunicação interna. Mas para empresas de pequeno e médio porte, com recursos financeiros reduzidos para investir em treinamentos, como melhorar o engajamento do público interno? Uma boa prática para conseguir isso é: saiba reconhecer a dedicação do colaborador.

Essa prática deve ser cultural da empresa. Não adianta a mesma repassar esse discurso aos líderes, para que eles o façam em suas equipes, se ela mesma não têm essa prática com os que estão em cargos de gestão.

Dependendo do projeto em que a equipe se encontra, a rotina do ambiente de trabalho pode ser exaustiva. É preciso motivação para transpor os obstáculos. Mas não é necessário agradar ou oferecer bonificações constantes para manter o colaborador motivado, pequenos ações de reconhecimento do seu esforço mostram à ele o quanto está valendo a pena enfrentar certos desafios. E consequentemente, pode gerar um ciclo de engajamento do colaborador para com a empresa.