O poder do ‘não’ no trabalho em equipe

 

Um bom trabalho em equipe é essencial para gerar bons resultados nos projetos. E quando falamos de trabalho em equipe, falamos também do quão importante a contribuição individual é necessária. Mas e quando o indivíduo tem dificuldades de cumprir a sua parte nas tarefas, por ficar tempo demais ajudando os colegas? Podemos dizer que ele não foi responsável em cumprir a sua parte? Nem sempre. Por vezes, muitos têm dificuldades em entender, que é preciso ajudar menos os outros em certos momentos, ou seja, saber dizer ‘Não’.

Não estamos falando aqui que é necessário extinguir a colaboração. Ao contrário, saber dizer ‘não’ no momento certo, é colaborar para que o colega busque novas alternativas (ou seja, colabora com o desenvolvimento dele também), e é entender que o foco é essencial para uma execução de tarefas.

Muitos têm dificuldades em negar favores aos colegas de trabalho. Isso acaba deixando o indivíduo sobrecarregado e frustrado, por não conseguir executar a sua parte como deveria. E são situações como esta que nos permite entender quanto uma equipe pode ser prejudicada, devido a falta de resultados que um indivíduo apenas possa apresentar, pois o mesmo não teve foco em sua tarefa. Logo, entendemos também, que a colaboração que sempre nos remete à ajudar, também está conectada à capacidade de manter o foco, e que o trabalho individual é necessário, saber dizer ‘não’ pode ser necessário para “evitar distrações”.

O custo de oportunidade aplicado à carreira

 

Um termo comum utilizado por quem atua na área de economia é o Custo de Oportunidade. Mas além desta área, podemos aplicar em outros contextos também, como por exemplo, na carreira. Você sabe o que significa esse termo?

Custo de oportunidade se refere basicamente às implicações que uma oportunidade também pode oferecer, sejam elas custo financeiro ou a necessidade de abrir mão de outras coisas para aproveitar a oportunidade no momento. E para uma ascensão saudável na carreira, é preciso estar consciente desses custos, tal como na área de economia, que eles são levados em conta para considerar viável ou não certos investimentos.

Aceitar um cargo de liderança pode trazer benefícios, como credibilidade profissional e um salário mais alto. Mas também pode exigir mais do profissional, por envolver gestão de pessoas, novas responsabilidades nos projetos, novas negociações (além de possíveis interferências na vida pessoal e familiar do indivíduo). E para que não haja desgaste da saúde física e emocional do profissional, é necessário analisar todos os custos que envolvem novas oportunidades, para assim aceitá-las com mais preparação e menos por impulso.

Aceitar a frustração

Vários livros de desenvolvimento pessoal, várias publicações na internet e várias notícias na mídia, nos mostram o quanto precisamos desenvolver bons hábitos nos dias atuais, e termos alta performance em todos eles. Mas isso é possível?

Bom, talvez seja possível para uma pessoa ou outra, mas não para a maioria de nós, que mal consegue dar conta da pressão por bons resultados com as tarefas que já temos. E em muitos profissionais no mundo corporativo, surge então certa frustração por não ter o rendimento almejado (tanto profissional, quanto pessoal e familiar).

A frustração, quando não trabalhada corretamente, pode levar à episódios depressivos e outros distúrbios. Por isso é essencial trabalhar isso. Aceitar o motivo pelo qual está surgindo esses sentimentos. Lembrando que aceitar não significa gostar, mas apenas entender que isso faz parte. Só assim é possível buscar formas de aprender a lidar com isso, e transpor os desafios do cotidiano na carreira e na vida pessoal.

Brainstorm como ferramenta de produtividade

É muito comum ouvir reclamações relacionadas ao alto índice de reuniões improdutivas que existem no cotidiano corporativo. Mas é possível utilizar as reuniões à favor da produtividade também, realizando ações de Brainstorm!

O termo, originado do inglês, se refere a uma “chuva de idéias”. Ou seja, as ideias são colocadas “na mesa” aleatoriamente, sem requisitos definidos, e preferencialmente seja relacionada ao assunto do projeto. Digo preferencialmente, porque por vezes, buscar soluções fora do métier também é algo muito viável.

O Brainstorm é algo coletivo, diferente de uma reunião em que uma pessoa ou outra é encarregada de trazer novas idéias para propor soluções para o projeto. É uma prática que busca a inovação no processo de solução de problemas. Logo, essa prática se consiste em não descartar nenhuma ideia que foi proposta, tudo deve ser pautado. A partir do conjunto de ideias propostas, é feito um afunilamento até que se chegue em soluções inovadoras.

Por essas questões citadas, e outras, é que o brainstorm é considerado um aliado essencial da produtividade de uma equipe. Pois dá voz ao coletivo e elimina a necessidade de mais e mais reuniões improdutivas que tomam tempo de trabalho dos colaboradores.

Persuasão e liderança

Quando falamos que uma pessoa tem a habilidade de persuasão, pode soar muito parecido com o sentido de que a pessoa é manipuladora. Hoje vamos falar sobre a importância dessa habilidade, que se usada com ética, pode contribuir muito para a liderança.

Persuadir é a ação de convencer as pessoas a seguirem pelo caminho que você tem segurança de estar certo. Mas diferente da manipulação, a intenção aqui não é obter vantagem sobre o outro e também não se faz o uso de quaisquer pressões à pessoa para que ela aceite a sua ideia.

Acredita-se que quando uma pessoa chega em cargo de liderança, ela já tenha determinadas experiências, conhecimento e habilidades técnicas suficientes para conduzir uma equipe, ou seja, que tenha entendimento de qual o melhor caminho a trilhar para alcançar os objetivos do projeto. Logo, á a habilidade de persuasão, dentro de ações éticas, que fará com que ele consiga levar a equipe consigo ou não ao sucesso nos alcances das metas.

É uma habilidade muito importante para a liderança, e pode ser desenvolvida através de leitura de livros ou outras práticas mais dinâmicas como cursos de teatro ou oratória também.

A influência da infraestrutura na gestão de equipes

 

O que é preciso ter para desenvolver uma boa equipe, para ter uma uma boa gestão? Em muitos casos, citamos todas as habilidades que um líder deve ter, mas não citamos um fator externo essencial: uma boa infraestrutura.

As condições do ambiente de trabalho influencia muito na produtividade do colaborador, pois ao contrário das máquinas, o ser humano precisa de condições sociais e ambientais favoráveis para permanecer em determinado ambiente.

Se a empresa investe em cursos de metodologias ágeis, contrata profissionais com qualificações altas, mas não fornece condições físicas para eles colocarem em prática tais metodologias, o investimento não visível (cursos, qualificações, etc) pode ser em vão. Condições essas que vão desde tecnologias equivalentes ao projeto, até itens relacionados ao ambiente mesmo, como: mesas e cadeiras de qualidade, local higienizado, claridade, condicionamento de ar, etc. Lembrando que mesas e cadeiras desajustadas à ergonomia, pode trazer problemas de saúde ao colaborador, e consequentemente, faltas ou baixo desempenho.

Conhecimentos necessários para ser um bom líder

Existe algum curso, faculdade, livro, vídeo ou quaisquer outras formas de aprendizagem que possamos ter acesso para aprendermos a ser líder?Éclaroqueexiste! Quais? Todos. Sim, todo o conhecimento que for possível de se adquirir, contribuirá para a formação de um bom líder.

Encontramos (principalmente em Escolas de Negócios) cursos e até MBA de liderança, que abordam vários vieses. Mas um pensamento ideal que um bom líder deve aderir pra si é: todo conhecimento será útil para atuar em liderança, logo, nunca se deve parar de buscar conhecimento, sejam eles encontrados em livros, cursos, eventos, networking ou qualquer outra forma de se aprender.

Para exercer um cargo de liderança com eficiência, é preciso ter conhecimento em gestão de pessoas, inteligência emocional, conhecimento técnico do produto que se está desenvolvendo e muitas outras coisas que vai além do que se aprende em uma faculdade ou em um MBA. E essa variedade de conhecimentos só pode ser adquirida através de uma variedade de fontes.

Estudar a liderança

Muitas empresas, quando precisam de novos líderes, buscam identificar quem possui as características ideais para ocupar o novo cargo. Mas a liderança é algo que apenas faz parte das características pessoais do indivíduo? Não. É algo que pode ser desenvolvido. E é preciso que as organizações valorizem essa possibilidade, para otimização até mesmo de recursos financeiros com novas contratações.

Uma boa liderança, acima de tudo, constitui-se de uma boa gestão de pessoas, um bom relacionamento interpessoal. Essas e outras habilidades como técnicas, a de saber aplicar um bom feedback, a de distribuir tarefas corretamente entre muitas mais em que o contexto do projeto pode demandar, todas podem ser desenvolvidas a partir de estudos iniciados pelo indivíduo ou conduzidos pela organização.

Apesar de ser possível sim desenvolver a liderança até mesmo em pessoas mais tímidas, é preciso que acima de tudo o indivíduo tenha interesse, disponibilidade e disposição para sair da zona de conforto e adquirir todo o conhecimento e prática demandados.

Habilidades que oriundam-se de inteligência emocional, demandam também a disposição do indivíduo em buscar isso fora da empresa, em atividades como psicoterapia e meditação ou quaisquer outras que promovam o auto-conhecimento.

Começar do zero uma nova carreira

O mercado de trabalho atual está dinâmico e com milhares de oportunidades (e profissões) a mais do que algumas décadas atrás. E muitas pessoas estão iniciando novas carreiras, mesmo depois de anos de experiência em sua atual, tanto devido à dinâmica, em que algumas não conseguem acompanhar, quanto também a oportunidades que antes o acesso era mais difícil. Mas é possível começar uma carreira do zero, depois de anos no mercado?

Na verdade nunca se começa do zero. Muitas habilidades pessoais já desenvolvidas e experiências, são utilizadas na construção de uma nova carreira. O que por vezes se começa de um nível muito iniciante, é a aquisição de conhecimentos técnicos referente à nova profissão, quando se muda para uma área totalmente distinta da anterior.

Algumas pessoas se sentem mal, por vezes incapazes ou atrasadas, ao iniciar o aprendizado em uma área em que muitos mais jovens já dominam com facilidade. Mas é preciso entender que iniciar a aquisição de conhecimento de uma nova profissão, não significa iniciar o desenvolvimento de habilidades profissionais. As habilidades demandadas pelo mercado de trabalho, em sua maioria, provém de experiência dentro do mercado, e não somente de conhecimento técnico.

A satisfação do cliente como uma tarefa de todos

A satisfação do cliente como uma tarefa de todos

Quando as empresas passam de médio porte para cima, é difícil que todos os setores tenham contato com o cliente, e por vezes alguns profissionais acabam sendo apenas “cumpridores de tarefas” e abstém-se da preocupação com a satisfação do cliente. Mas é preciso que as empresas estejam atentas a esse ponto, pois a satisfação do cliente não depende apenas do atendimento que ele recebeu. Depende também das questões relacionadas à usabilidade e praticidade do produto/serviço, do custo que ele desembolsou e da durabilidade (que no caso de serviços, refere-se à quanto tempo após o fornecimento, a experiência ainda é pertinente). E sendo assim, essa tarefa em promover a satisfação do cliente, acaba se estendendo a muito mais setores da empresa.

Zeithaml e Bitner (2003, p. 88) definem a satisfação como “uma avaliação feita pelo cliente referente a um produto ou serviço contemplando ou não as necessidades e expectativas do próprio cliente.”. E para essa avaliação, pode-se considerar os aspectos mencionados acima.

As questões de durabilidade e praticidade do produto estão relacionadas com os setores de criação e desenvolvimento. As equipes que trabalham no desenvolvimento de produtos da sua empresa têm a satisfação do cliente (que é algo bem depois da compra) como um dos indicadores à ser alcançado quando se cria um novo produto?